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Pure Poison
Christian Dior

Composição

Pure Poison

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A Dior assina um novo perfume Poison: Pure Poison. Poison, o elixir venenoso, marcou os espíritos e modernizou a imagem da Dior, ao mesmo tempo que fez reviver à venerável casa de perfumaria as suas mais belas horas de glória.

Poison soube desafiar as leis da perfumaria clássica para incendiar os anos 80 com os seus acordes ardentes e plenamente orientais. Frutado, floral, distinto e animal, Poison soube marcar o seu tempo sem nada perder da sua aura espetacular. Ao longo das suas variantes relativamente tardias, o espírito Poison permanece e, contra todas as aparências, Pure Poison, nascido em 2004, em nada desvirtuará os tormentos perfumados destes frascos tentadores… Muito pelo contrário!

Pure Poison, a poção mágica e solarenga da Dior assinada por Dominique Ropion, Olivier Polge e Carlos Benaim

A arte de compor uma nova fragrância a partir de um perfume tão mítico como o potente Poison é uma arte bem complexa. São precisos perfumistas que amem e respeitem suficientemente o frasco original para saberem conservar a sua beleza, e perfumistas suficientemente talentosos para serem capazes de o modernizar. Talvez seja por essa razão que a casa Lancôme optou por não dar uma variante a Poison durante nove anos.

Segundo Dominique Ropion, por vezes criar uma variante parece mais fácil: tem-se um ponto de partida e reforça-se o fresco, reforça-se o quente, reforça-se o jasmim se se pretender uma variação mais floral; mas, na verdade, reequilibrar as coisas exige muito trabalho, não uma grande criatividade, mas muita técnica.

Seja como for, Poison acabou por ver nascer brilhantes flankers que, cada um por sua vez, souberam valorizar facetas diferentes do tão rico Poison de Edouard Fléchier. Entre esses brilhantes frascos, o audacioso Pure Poison vai ter o efeito de uma bomba solarenga. Longe das belas obscuridades dos seus companheiros da mesma linha, Pure Poison deixa de ser obscuro objeto de desejo para se tornar antes extrato de raio de sol ardente, totalmente ao inverso do efeito hipnótico do Poison original.

No entanto, os três perfumistas de renome internacional que são Olivier Polge (atualmente perfumista exclusivo da Chanel), Dominique Ropion (pai de La Vie est belle, Dune, Alien, Amor Amor e tantos outros sucessos) e Carlos Benaim (autor de Armani Code, Flowerbomb, Eternity…), criadores de Pure Poison, nunca perderão de vista a aura tentadora das notas de Poison, nem a sua mítica flor de laranjeira.

Quando a flor de laranjeira de Dior Poison se torna solar, transforma-se em Pure Poison

Apaixonados pela flor de laranjeira do mítico Poison, os três perfumistas que deram origem ao magnífico e envolvente Pure Poison não conseguiram imaginar vê-la desaparecer; melhor ainda, fizeram dela a estrela deste Pure Poison! Uma estrela potente e solar que atrai a seus pés todas as mais belas notas quentes e solarengas!
Aliás, um dos perfumistas deste trio talentoso é um grande apreciador da flor de laranjeira nas suas fragrâncias: Carlos Benaim, claro! Com efeito, a flor de laranjeira é a trama do magnífico Armani Code, tal como o é deste Pure Poison.

Segundo Carlos Benaim, a flor de laranjeira evoca-lhe acima de tudo a sua infância em Tânger: as árvores em flor que perfumavam a cidade inteira, a sua água, com que se aspergiam os convidados nas festas, e o sabor das suas pétalas cristalizadas, o letuario de Azahar, bem como as compotas de laranja doce que se preparavam sempre na primavera; foi assim o esplendor da flor de laranjeira que lhe inspirou Armani Code de Giorgio Armani.

Assim, com Pure Poison, os aromas orientais veem-se exaltados sob a sua luz mais luminosa, mais pura, graças a notas cítricas suculentas, a flores brancas de perfumes absolutamente divinos e a sensualidades profundas que nos encerram numa bolha algodoada, mas sempre igualmente viciante…