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Dune pour Homme

Dune pour Homme surge em 1997, seis anos depois do Dune feminino, sobre uma folha de figueira que a Dior apresenta como nota de topo. Persolaise vê nele um triunfo discreto, uma transição entre os masculinos maciços dos anos 1980 e o Dior Homme de 2005. O perfume figura entre os treze Dioriginals restaurados por Francis Kurkdjian, à venda a 1 de outubro de 2026.

Persolaise considera Dune pour Homme um triunfo discreto: uma abertura de figo polida, um fundo ensaboado e almiscarado sem agressividade e uma transição entre os masculinos dos anos 1980 e o Dior Homme de 2005.

O que diz a crítica

Persolaise, 14 de maio de 2022

Não atribui ao perfume qualquer ambição de revolucionar o que quer que seja e di-lo logo de início: a fragrância nunca ameaçou o estatuto da sua contrapartida feminina, que considera uma das mais pungentes alguma vez compostas.

O seu veredicto incide sobre o lugar ocupado. Uma abertura de figo polida, um fundo ensaboado e almiscarado sem nada de agressivo e uma marca deixada nos anos 1990 como transição entre os masculinos musculados da década anterior e o Dior Homme de 2005. Fala de um triunfo discreto.

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