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Christian Dior

Dune pour Homme

Dune pour Homme surge em 1997, seis anos depois do Dune feminino, sobre uma folha de figueira que a Dior apresenta como nota de topo. Persolaise vê nele um triunfo discreto, uma transição entre os masculinos maciços dos anos 1980 e o Dior Homme de 2005. O perfume figura entre os treze Dioriginals restaurados por Francis Kurkdjian, à venda a 1 de outubro de 2026.

Ano de lançamento
1997
Perfumista
Género
Unissexo
Família olfativa
Amadeirada
Famílias secundárias
Floral Almiscarada
Concentração
Eau de Toilette
EAN
3348901780209 (100 ml)
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Dune pour Homme

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Seis anos depois do Dune feminino, a Dior dá a este amadeirado verde uma folha de figueira como nota de topo e a hedione como centro.

Uma contrapartida masculina, em 1997

Dune surge em 1991; o masculino chega seis anos mais tarde, sobre a mesma história de beira-mar e de regresso aos elementos. A casa apresenta-o como um perfume de evasão, fresco, amadeirado e oceânico.

O campo indica Olivier Cresp. Persolaise atribui a composição a Olivier Cresp e Jean-Pierre Bethouart, no próprio título da sua crítica de maio de 2022; o segundo nome só é indicado por ele e fica fora do campo.

O que declara a casa

A Dior reduz a fragrância a três matérias-primas: um acorde de folha de figueira como nota de topo, a hedione como centro e o cedro da Virgínia como fundo. A casa inclui este cedro entre os seus fundos masculinos, com Jules e Eau Sauvage Extrême.

François Demachy, perfumista-criador da casa na época, descreve um amadeirado verde oceânico e um perfume de evasão, onde cabem a corrente do alto-mar, a suavidade da areia e a força dos elementos.

Os Dioriginals, a 1 de outubro de 2026

Quatro anos de trabalho levaram Francis Kurkdjian a refazer treze fragrâncias da casa, entre elas Dune pour Homme. Nenhuma se acrescenta ao catálogo: cada uma substitui nas prateleiras a versão que lá estava.

Kurkdjian divide a série em dois períodos. Dior à Grasse homenageia os mestres do pós-guerra; Dior à Paris abrange de 1979 a 2003, e Dune pour Homme ocupa aí o seu lugar com Jules, Dolce Vita e os dois Higher.

Pirâmide olfativa

  1. Notas de topoOs primeiros minutos
  2. Notas de coraçãoO coração do perfume
  3. Notas de fundoO que permanece

O que diz a crítica

Persolaise considera Dune pour Homme um triunfo discreto: uma abertura de figo polida, um fundo ensaboado e almiscarado sem agressividade e uma transição entre os masculinos dos anos 1980 e o Dior Homme de 2005.

Ler o que diz a crítica

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