
A Lancôme lança Ô de Lancôme em 1969, uma Eau de Toilette composta por Robert Gonnon. Limão, bergamota e mandarina encontram nela o jasmim, a madressilva e um trio aromático de manjericão, alecrim e coentros, sobre um fundo de musgo de carvalho, sândalo e vetiver, num frasco facetado que deixa ver uma fragrância verde-água.
Um frasco facetado e cintilante que deixa ver uma fragrância verde-água de reflexos acidulados, marcado ao centro pelo Ô que assina a linha.
A Lancôme descreve um frasco facetado e cintilante, que deixa transparecer uma fragrância verde-água resplandecente de reflexos acidulados. A casa vê nele a energia da água, com ao centro um Ô que faz deste frasco um totem.
Para o relançamento que acompanha o lançamento de Ô d’Azur, Fabien Baron redesenha o frasco, relata o The Moodie Davitt Report: um grande Ô na face e, no verso, as volutas originais inspiradas na rosa da Lancôme e na água que ondula, num verde fresco.
Os frascos antigos eram de vidro fosco: Nicoleta Tomsa conserva um, quase vazio, que reserva para os verões mais penosos. A casa vende hoje a Eau de Toilette em 75 e 125 mililitros.
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