Lanvin L'Homme
O homem Lanvin, entre descontração e sofisticação. A casa de alta-costura Lanvin representa 125 anos de luxo, de inovação e de savoir-faire. Jeanne Lanvin abre a sua primeira loja em 1889, na rue du Faubourg St Honoré, em Paris. A filha de Jeanne, Marguerite, dar-lhe-á a inspiração que lhe faltava.
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Jeanne Lanvin criará um departamento de «trajes de criança» em 1908, escolherá o seu logótipo, expandirá a casa em 1920 e falecerá em 1946… É em 1925 que começa a aventura olfativa da casa Lanvin, com a criação da «Lanvin Parfums». Depois de numerosos êxitos, a marca apresenta em 1997 «L’homme Lanvin», uma fragrância muito rara, entre o chique e o descontraído.
L’Homme Lanvin
A casa de alta-costura Lanvin é o símbolo da elegância e do requinte. O perfume «L’homme Lanvin» parece, no entanto, marcar o início de outro estilo, o da descontração. O seu carácter é menos estruturado e mais livre do que o dos perfumes anteriores, e «L’homme Lanvin» exibe uma audácia assumida. «L’homme Lanvin» exprime um homem novo, um pouco mais fantasista, mas sempre muito requintado. A criação de «L’homme Lanvin» decorreu ao mesmo tempo que as criações de pronto-a-vestir de Dominique Morlotti. À semelhança dessa coleção, «L’homme Lanvin» é simultaneamente descontraído e sofisticado. Acima de tudo, «L’homme Lanvin» é livre e autêntico. É por isso que a sua fragrância convém tanto a um desportista como a um homem de negócios.
A frescura floral e amadeirada de L’Homme Lanvin
É o célebre nariz Alberto Morillas que está na origem de «L’homme Lanvin». Quis transpor o cheiro de uma camisa masculina limpa e acabada de passar a ferro. O homem que veste essa camisa será, portanto, sensual e elegante. «L’homme Lanvin» abre com aromas frescos e cítricos, com a mandarina, a bergamota e o limão. A estes juntam-se depois as especiarias, como os coentros e a noz-moscada. O coração mistura as flores com as ervas aromáticas, e nele encontram-se o lírio-do-vale, o jasmim, a lavanda e a salva-esclareia. O fundo é sofisticado e sensual, com a presença da madeira de cedro, do sândalo, da fava-tonka, do âmbar cinzento… Um resultado elegante e muito masculino. Quanto ao frasco, apresenta linhas simples e sóbrias. Nota-se que é um frasco algo vanguardista, pois é muito contemporâneo, embora tenha sido concebido em 1997. A sua tampa prateada acrescenta um último toque de virilidade.
Entre descontração e sofisticação, assim é «L’homme Lanvin». Como se marcasse o início de uma nova era, «L’homme Lanvin» é menos austero do que os perfumes anteriores da marca. A sua composição floral e amadeirada é audaciosa, mas também viril. Porque «L’homme Lanvin» é o homem de hoje, a sua fragrância atravessa o tempo com grande facilidade.
Pirâmide olfativa
- Notas de topoOs primeiros minutos
- Notas de coraçãoO coração do perfume
- Notas de fundoO que permanece
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