
A Guerlain completa o seu guarda-roupa com La petite robe noire couture. Foi Pierre-François-Pascal Guerlain quem fundou a casa Guerlain em 1928. A primeira loja Guerlain situa-se na rue de Rivoli, em Paris, e permite-lhe vender os seus primeiros perfumes, personalizados para cada cliente. A Guerlain está na origem de numerosos perfumes, entre os quais o mítico Shalimar.
Em 2014, «La petite robe noire couture» sucede ao enorme êxito de «La petite robe noire», lançado dois anos antes. Sendo «La petite robe noire» o vestido preferido das mulheres modernas, era natural que a Guerlain decidisse ampliar-lhes o guarda-roupa, propondo variantes da sua fragrância estrela. Chique e ultraglamoroso, «La petite robe noire couture» apresenta-se agora com um vestido com uma racha que deixa entrever um lado da perna. A fragrância, sempre romântica, oferece no entanto um aspeto mais efervescente e mais audacioso do que o seu antecessor.
La Petite Robe Noire, um triunfo assinado por Thierry Wasser para a Guerlain
Embora Thierry Wasser suceda a 4 gerações de perfumistas com o nome Guerlain, importa saber que não faz parte desta família. Isso não impede, contudo, Thierry Wasser de considerar Jean-Paul Guerlain como seu pai e, sobretudo, como seu mentor. A este respeito, afirma que a relação entre ambos é da ordem do sensível e do irracional, o que está perfeitamente ao alcance de um perfumista. Thierry Wasser é um homem dotado de um imenso talento, instintivo e profundo, que adora viagens e matérias-primas! Thierry Wasser esforça-se por ser fiel ao espírito da casa Guerlain, perpetuando o legado dos seus antecessores. Com a sua audácia e originalidade, Thierry Wasser conseguiu inscrever-se brilhantemente na linhagem dos perfumistas Guerlain. Em 2012, revoluciona o mundo da perfumaria com «La petite robe noire». Devem-se-lhe outros grandes perfumes, como «Idylle» ou ainda «Mon Guerlain».
La Petite Robe Noire Couture: notas efervescentes e femininas
A versão «couture» de «La petite robe noire» pretende-se mais efervescente e a sua construção é mais chipre do que a do original. «La petite robe noire couture» abre com as tonalidades frutadas e açucaradas da framboesa, rapidamente acompanhada pela frescura da bergamota. A framboesa é o fruto da framboeseira, que cresce geralmente nas regiões mediterrânicas. Em perfumaria, a framboesa não pode gerar óleo essencial, sendo por isso reproduzida sinteticamente em laboratório. A framboesa é utilizada nos perfumes femininos, na maioria das vezes em composições gourmand, florais ou orientais. Liberta tonalidades efervescentes, aciduladas ou açucaradas. O coração evolui para tonalidades simultaneamente florais e chipre, pois conjuga a rosa, já presente em «La petite robe noire», e um acorde chipre-patchouli. Por fim, o fundo pretende-se distinto e ultrassensual graças à presença da fava-tonka, do musgo de carvalho e do vetiver. O conjunto está contido no frasco icónico de «La petite robe noire». No entanto, para o seu desfile de alta-costura, o vestido preto, sempre desenhado a tinta-da-china, é comprido, elegante e com uma racha, deixando a descoberto um ombro e cobrindo o outro com uma alça atada.
Com «La petite robe noire couture», Thierry Wasser oferece às mulheres um novo vestido preto, ainda mais efervescente, ainda mais sensual…
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