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Higher
Christian Dior

Composição

Higher

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Higher surge em 2001, um masculino construído sobre um acorde curto de citrinos, pera e cipreste, em contracorrente com os ambarados carregados da década anterior. O catálogo atribui-o a Olivier Pescheux e Olivier Gillotin. A fragrância figura entre os treze Dioriginals retomados por Francis Kurkdjian e novamente postos à venda a 1 de outubro de 2026.

A bergamota, o limão e o alecrim abrem a fragrância. O manjericão puxa esta abertura cítrica para o verde e o aromático, sem lhe conferir amargor.

A pera ocupa o centro. O fruto é raro num masculino desta época; traz uma doçura suculenta, longe do açúcar cristalizado, e serve de charneira entre os citrinos e a madeira.

O cipreste fecha o acorde, resinoso e seco. Almíscares brancos arredondam-lhe a aresta e prolongam o rasto sem o tornar mais espesso.

Entre os alergénios regulamentados, o rótulo menciona o benzyl salicylate, o alpha-isomethyl ionone e o hexyl cinnamal; juntam-se-lhes filtros solares, sem qualquer corante.

A 1 de outubro de 2026 é outra fórmula que chega às prateleiras, a que Kurkdjian restabeleceu, e a anterior desaparece.

O que declara o rótulo

A lista que a casa publica para a versão Dioriginals conta trinta e quatro entradas. Um almíscar, o hexamethylindanopyran, e uma nota amadeirada ambarada abrem as substâncias declaradas, à frente da bergamota, do salicilato de benzilo e do limão.

Menciona também o cedro-da-virgínia, o patchouli, o eucalipto, o gerânio, o cravinho e a lavanda, bem como a cânfora. Um filtro anti-UV protege a fragrância; nenhum corante é declarado.

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