
Gris Dior é a Eau de Parfum unissexo que François Demachy compõe em 2013 para La Collection Privée Christian Dior, lançada com o nome Gris Montaigne. Um chipre para a casa, que nele lê a cor fetiche do costureiro: citrinos, rosa, violeta e musgo de carvalho num todo indissociável. Victoria Frolova sente nele aparas de madeira embebidas em água de rosas. Em 50, 100 e 200 ml, com um Esprit de Parfum.
A Dior não publica pirâmide. A casa descreve um rasto chipre pontuado de citrinos, rosa, violeta e musgo de carvalho; a sua antiga página francesa falava de jasmim, bergamota e sub-bosque molhado, as suas perguntas frequentes de bergamota, rosa centifolia, íris, musgo de carvalho, vetiver e ládano.
Bergamota no topo
A bergamota abre, tanto para a casa como para Fishler, que enumera bergamota, rosa, patchouli, âmbar, cedro, sândalo e musgo de carvalho; a lista de ingredientes declara o óleo de bergamota na sétima linha. Frolova sente uma água de rosas, Fishler uma abertura amarga e muito seca.
Rosa e jasmim no coração
A rosa, que a casa nomeia em toda a parte, sustenta o coração com o jasmim da antiga página francesa; Frolova considera-a delicada, vertida sobre aparas de madeira. A violeta da casa e a íris das suas perguntas frequentes não entram no campo, nenhuma crítica considerada as sente.
Musgo de carvalho, patchouli e madeiras no fundo
O musgo de carvalho fecha a leitura da casa; Fishler acha-o mais presente no marido, em quem Gris Montaigne se torna um masculino de grande elegância, ao passo que nela própria só sobressai o patchouli. Cedro do Atlas e sândalo constam da lista de ingredientes e de Fishler; o âmbar vem dela.
O que fica fora do acorde declarado
O vetiver e o ládano das perguntas frequentes da Dior, a violeta e a íris ficam na prosa: uma fonte, a casa, e nenhuma crítica. Frolova retém terra húmida e musgosa, apenas o suficiente para impedir que este pastel seja demasiado comportado.
O que declara o rótulo
A casa publica uma lista codificada de trinta e seis linhas: álcool, Parfum, água, uma madeira ambarada sintética, alfa-isometil ionona, óleo de patchouli, óleo de bergamota, salicilato de benzilo, linalol, limoneno, acetato de linalilo, dois filtros solares, pineno, citronelol, vanilina, óleo ou extrato de cedro do Atlas, geraniol, óleo ou extrato de rosa.
Seguem-se o beta-cariofileno, o extrato de musgo de carvalho, o santalol, o óleo de sândalo branco, as cetonas de rosa, o acetato de geranilo, o citral, o terpineol, o terpinoleno, o álcool benzílico, o alfa-terpineno, o eugenol, o benzoato de benzilo e três corantes, violeta, vermelho e amarelo.
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