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Gris Dior é a Eau de Parfum unissexo que François Demachy compõe em 2013 para La Collection Privée Christian Dior, lançada com o nome Gris Montaigne. Um chipre para a casa, que nele lê a cor fetiche do costureiro: citrinos, rosa, violeta e musgo de carvalho num todo indissociável. Victoria Frolova sente nele aparas de madeira embebidas em água de rosas. Em 50, 100 e 200 ml, com um Esprit de Parfum.

Ano de lançamento
2013
Género
Unissexo
Família olfativa
Chipre
Família secundária
Floral
Concentração
Eau de Parfum

Publicado em

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Gris Dior

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A Dior classifica Gris Dior entre os seus chipres e faz dele a peça emblemática de La Collection Privée: um perfume unissexo que desdobra alternadamente as suas facetas florais e amadeiradas, um rasto chipre misterioso pontuado de citrinos, rosa, violeta e musgo de carvalho, reflexo da cor cujo nome ostenta.

O cinzento de Christian Dior

A palavra do perfumista, na Dior, recorda que o cinzento, mais do que uma mistura de preto e branco, foi uma das cores preferidas de Christian Dior, neutralidade elegante que realça as outras cores no fundo dos desfiles. A antiga página francesa cita François Demachy: o chipre é o cinzento da família dos perfumes.

Victoria Frolova, no Bois de Jasmin, abre com o Petit dictionnaire de la mode, em que Dior designa o cinzento e o rosa como as suas duas cores favoritas, as da sua primeira loja da avenue Montaigne; Gris Montaigne é, para ela, a homenagem romântica a essas cores. Gaia Fishler faz-lhe a crítica em abril de 2014 com esse nome.

De Gris Montaigne a Gris Dior

O Kafkaesque data-o de junho de 2013; o The Non-Blonde ainda lhe chama Gris Montaigne em 2014. A casa chama-lhe hoje Gris Dior, sem datar a mudança, e declina-o num Esprit de Parfum assinado por Francis Kurkdjian, em perfume para o cabelo, sabonete e leite, e num estojo couture no verão de 2026.

Pirâmide olfativa

  1. Notas de topoOs primeiros minutos
  2. Notas de coraçãoO coração do perfume
  3. Notas de fundoO que permanece

O que diz a crítica

Frolova (Bois de Jasmin) sente nele aparas de madeira embebidas em água de rosas, polido e memorável; Fishler (The Non-Blonde), um chipre seco, elegante num homem.

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Gris Dior by Ana GirardotAnúncio publicado por Christian Dior no YouTubeReproduzido no YouTube: ao iniciar o vídeo, aceita os cookies do YouTube.

O coletivo Dare in Gris

Na primavera de 2023, a Dior confia Gris Dior a um coletivo de sete artistas, fotografados por Mikael Jansson e filmados por Bardia Zeinali.

Na primavera de 2023, a Dior lança a campanha Dare in Gris Dior. Sete artistas formam o coletivo encarregado de encarnar o perfume: as atrizes Jenna Ortega, Maya Hawke e Thuso Mbedu, o ator Joseph Quinn, o rapper Orelsan, a cantora Liu Yu Xin e o modelo Fai Khadra.

Mikael Jansson assina os retratos, Bardia Zeinali o filme. Cada um recebe a sua palavra de ordem: ousar ser si próprio para Maya Hawke, brincar para Fai Khadra, voar para Thuso Mbedu, ser verdadeiro para Orelsan, correr riscos para Jenna Ortega, descontrair-se para Joseph Quinn, criar para Liu Yu Xin.

Orelsan, já vestido pela Dior para a sua digressão Civilisation, distingue-se do resto do coletivo: em vez de uma entrevista frente à câmara, escolhe um vídeo filmado nos bastidores da campanha, tal como na sua primeira colaboração com a casa.