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Christian Dior

Fahrenheit 32

A Dior lança Fahrenheit 32 em 2007, sob a direção artística de Hedi Slimane: um oriental fresco composto por Louise Turner com François Demachy, que do original de 1988 retoma apenas a forma do frasco. A flor de laranjeira, o vetiver e a baunilha são iluminados por aldeídos e por uma nota solar, num frasco que passou a branco e fosco.

Ano de lançamento
2007
Perfumista
Género
Homem
Família olfativa
Oriental
Família secundária
Amadeirada
Concentração
Eau de Toilette

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Fahrenheit 32

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A Dior lança Fahrenheit 32 em 2007, quase vinte anos depois do Fahrenheit de 1988. O perfume nasce sob a direção artística de Hedi Slimane, com François Demachy, e Louise Turner é a perfumista. A casa apresenta-o como um oriental fresco.

O nome remete para a temperatura de congelação da água, 32 graus Fahrenheit. Ao fogo do original, opõe o gelo: um frasco que passou a branco e fosco, um estojo cinzento metalizado e campanhas voltadas para a alta montanha.

Um oriental fresco

A casa constrói-o em torno de três matérias-primas, a flor de laranjeira, o vetiver e a baunilha, com notas frescas, aldeídos e uma nota solar. O Now Smell This sublinha que do original retoma apenas a forma do frasco e defende que seja julgado por si mesmo.

Elena Vosnaki, do Perfume Shrine, inclui-o em 2007 entre os masculinos que exploram uma flor de laranjeira de síntese, no rasto de Fleur du Mâle, de Jean Paul Gaultier. Vê nele uma homenagem a esta matéria-prima mais do que uma variação sobre Fahrenheit.

A gama incluía a Eau de Toilette em 50 e 100 mililitros, uma loção e um bálsamo para depois da barba, um gel de duche e dois desodorizantes, em vaporizador e em stick.

Pirâmide olfativa

  1. Notas de topoOs primeiros minutos
  2. Notas de coraçãoO coração do perfume
  3. Notas de fundoO que permanece

O que diz a crítica

Elena Vosnaki, do Perfume Shrine, considera-o em 2007 muito agradável, mas demasiado feminino para passar por um masculino clássico; Kevin, do Now Smell This, vê nele um perfume confuso e inacabado, que o deixa indiferente.

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