
O masculino à base de patchouli da Réminiscence. Muito mais do que um simples perfume, Patchouli da Reminiscence é o símbolo de toda uma geração. Conheceu o seu apogeu nos anos 70 e foi rapidamente associado ao movimento hippie.
Lançado em 2000, «Patchouli Homme» sucede ao grande êxito de «Patchouli», primeira fragrância da casa Réminiscence, lançada em 1970. Incontornável homólogo masculino de «Patchouli», «Patchouli Homme» é tão potente e mágico como a versão feminina. Símbolo da geração hippie, «Patchouli» é também uma das maiores fragrâncias da Réminiscence. Fiel à sua história, «Patchouli Homme» é um perfume sedutor, intenso, viril, um verdadeiro deleite olfativo. Com «Patchouli Homme», o patchouli tem ainda belos anos pela frente…
Patchouli Homme Réminiscence, Francis Camail moderniza o patchouli
Foi o perfumista Francis Camail o escolhido pela casa Réminiscence para criar «Patchouli Homme». Francis Camail iniciou a sua carreira na empresa IFF (International Flavors & Fragrances), tendo depois trabalhado para a Symrise e, mais tarde, para a Robertet. Talentoso e imaginativo, Francis Camail já tinha composto perfumes para a Réminiscence, como «Musc et Rem». Devem-se a Francis Camail grandes êxitos como «Giorgio» de Beverly Hills ou ainda «Ivoire» de Balmain.
O patchouli, a estrela do perfume Patchouli Homme
O patchouli é uma planta aromática que cresce na Malásia, na China e também na Índia. O patchouli exala um odor amadeirado, terroso, húmido, canforado e até poeirento. O patchouli surge em meados do século XIX. Nessa época, os xailes de caxemira provenientes da Índia eram enrolados em folhas de patchouli para combater as traças. Este odor potente atraía as «cocottes parisiennes», que se apoderaram deste perfume, então considerado o perfume «do mal». O patchouli tornou-se depois o emblema dos hippies durante os anos 70 e do movimento «Flower Power». Foi associado à nova definição do amor, da sensualidade e da liberdade sexual. Hoje, o patchouli é uma matéria-prima luxuosa. «Patchouli Homme» abre com a frescura dos citrinos, como a mandarina e a limeta, misturados com o gerânio. Depois, o coração de «Patchouli Homme» impregna-se de patchouli e associa-se à madeira de cedro da Virgínia. Esta é uma grande conífera que pode atingir 30 m de altura, originária das regiões montanhosas da costa leste da América do Norte. A sua folhagem é persistente e os seus frutos assemelham-se às bagas de zimbro. Também chamada «madeira vermelha», a madeira de cedro era utilizada no século XVIII para o fabrico de lápis. O cedro é muito empregado na perfumaria funcional, ou seja, em ambientadores ou sabonetes. Em perfumaria, obtém-se a essência de cedro por destilação a vapor dos resíduos e da casca da árvore. O cedro da Virgínia exala tonalidades muito amadeiradas e secas. Por fim, o fundo revela-se cremoso e ultrassensual graças à presença do benjoim, do bálsamo de Tolu e da fava-tonka, deixando um rasto dos mais viris. O frasco de «Patchouli Homme» retoma o aspeto do seu antecessor. Retangular, sóbrio e de linhas depuradas, o frasco traduz a intemporalidade do patchouli.
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