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Jungle L'Éléphant
Kenzo

Opiniões

Jungle L'Éléphant

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Jungle é o eau de parfum que a Kenzo lança em 1996 sob o emblema do elefante, composto por Dominique Ropion. Oriental especiado, reúne o cardamomo, o cominho e o cravinho com a mandarina, sobre um fundo de baunilha e patchouli. Victoria Frolova vê nele um perfume que ondula como a água, e Neil Chapman uma obra estranha e sem equivalente.

Victoria Frolova elogia em Jungle L’Éléphant uma mistura amadeirada e especiada, ao mesmo tempo exótica e familiar, gourmand e sedutora. Chairman Meow sente sobretudo uma ameixa ausente das notas anunciadas, e Neil Chapman considera-o uma obra estranha e sem equivalente, da qual, no entanto, se cansou.

O que diz a crítica

Victoria Frolova, Bois de Jasmin

Em outubro de 2012, Victoria Frolova descreve Jungle L’Éléphant como um perfume que não se estende de forma contínua, antes ondula como pequenas ondas na água. Encontra nele uma mistura amadeirada e especiada que alia o exótico e o familiar, o incenso e a laranja, o gourmand e o sedutor.

Recorda que, em 1996, a Kenzo ainda não era a casa comedida dos lançamentos recentes, e vê nele um exemplo da audácia exótica que então a caracterizava.

Chairman Meow, Australian Perfume Junkies

Em julho de 2013, Chairman Meow deteta sobretudo uma ameixa, ausente das notas anunciadas, e um cardamomo confirmado com sementes esmagadas. A crítica confessa um amor difícil, embora reconheça ao perfume legiões de admiradores.

Neil Chapman, The Black Narcissus

Neil Chapman, que fez dele o seu perfume preferido antes de o abandonar, julga-o de uma originalidade total, verdadeiramente estranho, com uma baunilha que considera incomparável na manhã seguinte. Voltar a usá-lo trinta anos depois recordou-lhe, no entanto, uma intensidade da qual se tinha cansado.

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