Jeanne Lanvin My Sin
My Sin é um perfume que surgiu em 1925 e que é hoje considerado um dos ícones da casa Lanvin. Jeanne Lanvin, por sua vez, é uma fragrância mais recente, lançada em 2008, que faz referência à criadora da marca.
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Assim, ao que parece, esta homenagem volta a ser atualizada com a criação do inédito Jeanne Lanvin My Sin. Esta conjugação de duas essências emblemáticas da Lanvin promete um sopro verdadeiramente enfeitiçante, ao mesmo tempo floral e frutado.
Quando os dois mitos da Lanvin se reinventam
Se a Lanvin escolheu reinterpretar os seus perfumes Jeanne Lanvin e My Sin, é sem dúvida porque se trata de duas fragrâncias que marcaram a sua história. A primeira surgiu em 1925, em plenos Anos Loucos. Nessa época, Jeanne Lanvin estava no auge da sua glória. Particularmente prolífica, elaborou nada menos do que 14 criações olfativas em apenas dois anos. My Sin dirigia-se sobretudo às jovens raparigas em flor, transmitindo-lhes uma mensagem particularmente tentadora e fazendo-as render-se pela primeira vez à arte da perfumaria. O segundo perfume, chamado Jeanne Lanvin, nasceu em 2008. Foi criado por iniciativa do talentoso diretor artístico Alber Elbaz, desejoso de prestar homenagem à própria Jeanne Lanvin. Procurou, assim, integrar nesta fragrância um pouco da intimidade desta grande senhora. A composição pretende-se ao mesmo tempo frutada e floral. Ora, são precisamente estes sabores que se reencontram no novo Jeanne Lanvin My Sin, que reinventa estas duas estrelas da perfumaria como para as projetar rumo à eternidade.
O sopro enfeitiçante do novo Jeanne Lanvin My Sin
Jeanne Lanvin My Sin surge, assim, como a conjugação perfeita destes dois universos. Trata-se de uma fragrância particularmente feminina, mas de uma atração verdadeiramente maliciosa e provocadora. Jeanne Lanvin My Sin é um autêntico convite a ceder ao proibido. Encarna, por si só, o reflexo perfeito de uma sensualidade ousada, exibindo desde logo o seu poder de atração através de um damasco aveludado e de uma pera suculenta e carnuda. O coração, por sua vez, mostra-se mais floral. Revela-se em torno da rainha das flores: a rosa. As suas pétalas cristalizadas associam-se à frésia para um resultado dos mais românticos. Por fim, o conjunto desliza pouco a pouco para um verdadeiro impulso de sedução, misturando com elegância a cremosidade algodoada do sândalo e o erotismo do almíscar. Jeanne Lanvin My Sin apresenta-se num frasco retangular de vidro. Nítido e vertical, deixa ver a ternura de uma fragrância cor-de-rosa suave. A sua transparência é, no entanto, suavizada pela redondez de uma gota desenhada no seu centro. O conjunto evoca também o universo da alta-costura de Jeanne Lanvin através de uma etiqueta em gorgorão. O nome My Sin, por sua vez, parece gravado à mão na face frontal. O conjunto é, por fim, rematado por um cabochão plano prateado no qual está gravado um célebre desenho de Paul Iribe que representa Jeanne Lanvin e a sua filha.
Pirâmide olfativa
- Notas de topoOs primeiros minutos
- Notas de coraçãoO coração do perfume
- Notas de fundoO que permanece
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