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Jasmin des Anges
Christian Dior

Composição

Jasmin des Anges

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Jasmin des Anges surge em 2018 na coleção de perfumes exclusivos da Dior, onde François Demachy dá ao jasmim de Grasse uma versão com nuances de damasco. A casa anuncia-o floral, com notas de damasco e mel, sem nunca publicar os níveis. O nome remete para a Baie des Anges, que Christian Dior percorria a partir da sua propriedade de La Colle Noire. Três formatos, 50, 100 e 200 ml.

A Dior não publica nenhum nível e limita-se a três palavras, floral, damasco, mel, falando de um jasmim licoroso bordado com néctar de damasco com reflexos de mel. A ordem aqui adotada retoma a divisão de Hulya Aksu e o fundo descrito pela Osmoz.

O que a casa declara

O jasmim sustenta o tema do princípio ao fim. A Dior di-lo despojado das suas facetas animais, arredondado pelo damasco e pelo mel, e associa esta redondeza frutada às flores repletas de sol do fim do verão. A classificação da casa é floral frutada.

O fundo

A Osmoz indica como fundo um almíscar branco e uma baunilha que sublinham o calor da flor. Hulya Aksu descreve o mesmo de outra forma: um calor almiscarado, levemente abaunilhado, que suaviza as arestas sem nunca encobrir o jasmim.

O que fica de fora

Uma bergamota de topo, um osmanto e um pêssego de coração circulam por toda a parte, sem que a Dior ou a Osmoz os declarem. Hulya Aksu, aliás, lê o pêssego e o osmanto como facetas assumidas pelo damasco, e não como matérias-primas distintas. Assinala uma breve claridade cítrica na abertura, que não associa a nenhuma matéria-prima nomeada.

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