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Higher Energy
Christian Dior

Composição

Higher Energy

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Higher Energy surge em 2003, dois anos depois de Higher, com uma abertura de toranja e bagas de zimbro. Um fundo de vetiver e almíscares brancos torna-o um masculino mais seco e mais resinoso do que o seu antecessor. A fragrância figura entre os treze Dioriginals retomados por Francis Kurkdjian e repostos à venda a 1 de outubro de 2026.

A toranja abre a fragrância, franca e amarga, sem a redondeza açucarada que uma laranja daria no mesmo lugar.

A baga de zimbro acompanha-a. Resinosa e ligeiramente apimentada, confere à abertura uma aresta seca que os citrinos sozinhos não produziriam.

A noz-moscada e o incenso ocupam o centro. Uma quente e atalcada, o outro fumado e mineral, preparam a passagem para a madeira.

O vetiver fecha o acorde, terroso e fumado, envolto em almíscares brancos que lhe suavizam a terra sem a mascarar.

Entre os alergénios regulamentados, o rótulo nomeia a cumarina, o isoeugenol, o hexyl cinnamal e o hydroxycitronellal; juntam-se-lhes filtros solares, sem qualquer corante.

A 1 de outubro de 2026, a fórmula restabelecida por Kurkdjian chega às prateleiras, e a que ali se vendia desaparece.

O que declara o rótulo

A lista que a casa publica para a versão Dioriginals conta vinte e nove entradas. Uma nota amadeirada ambarada e um almíscar, o tetramethyl acetyloctahydronaphthalenes e o hexamethylindanopyran, surgem à cabeça, à frente do limoneno e do acetil cedreno.

A casca de laranja amarga e o patchouli são as duas essências nomeadas; o anetol, a cumarina, a vanilina e a cânfora completam as substâncias odorantes. Um filtro anti-UV protege a fragrância, sem corante declarado.