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Forever and Ever
Christian Dior

Composição

Forever and Ever

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Forever and Ever surge na viragem dos anos 2000, o mais recente dos perfumes que a Dior inclui hoje entre os seus clássicos. Uma frésia clara, um absoluto de jasmim da Índia e uma rosa da Bulgária formam a sua linha declarada. Integrado em 2009 em Les Créations de Monsieur Dior, figura a 1 de outubro de 2026 entre as treze fragrâncias restauradas por Francis Kurkdjian.

A frésia abre a fragrância. Flor clara com facetas de jasmim e de flor de laranjeira, dá às notas de topo a sua transparência e frescura, sem açúcar nem acidez marcada.

O absoluto de jasmim da Índia ocupa o centro. Matéria-prima rica e multifacetada, traz a espessura floral que falta à frésia e conduz o conjunto para o aveludado.

A rosa da Bulgária fecha o acorde. Colhida à mão no Vale das Rosas, a rosa damascena assina um fundo floral suave, que a casa aproxima da rosa do jardim de Granville.

A Dior nomeia apenas estas três matérias-primas. O rótulo acrescenta o que a descrição omite: filtros solares, três corantes e os alergénios regulamentados geraniol, citronelol, eugenol e citral, que revelam a parte floral da fórmula.

Dois estados separam a fragrância vendida hoje da sua versão original: a reorquestração de 2009, para a entrada em Les Créations de Monsieur Dior, e o restauro de 2026, que apaga a anterior em loja.

O que declara o rótulo

A lista que a casa publica para a versão Dioriginals conta vinte e seis entradas. A rosa domina: extrato de rosa, essência de gerânio, cetonas de rosa, geraniol e citronelol, com o acetato de geranilo.

A bergamota é a única outra essência nomeada. Um almíscar macrocíclico, a hexadecanolactone, e uma nota amadeirada ambarada figuram entre as moléculas de síntese. Um filtro anti-UV protege a fragrância, tingida de vermelho, amarelo e violeta.