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Alone in Babylon

Alone in Babylon é uma criação de 2026 de Stéphane Humbert Lucas, que a casa apresenta como um floral oriental contemporâneo e um gourmand antigourmand. A tuberosa e a banana-pão abrem-no sobre acordes de verniz e de petróleo; o castóreo e o sândalo de Mysore formam o seu coração, sobre a baunilha, a fava-tonka, o couro e o almíscar.

Onze matérias-primas e acordes compõem Alone in Babylon, que a casa classifica entre os florais orientais. Dá aos seus três níveis os nomes Fulgurance, Métamorphose e Quintessence: quatro notas de topo, três notas de coração e quatro notas de fundo.

Topo

A tuberosa e a banana-pão formam aquilo a que a casa chama um caleidoscópio eletrizante. Um acorde de verniz de unhas e um acorde de petróleo conferem-lhes um brilho lacado e cosmético, que contrasta com a suavidade esperada de um gourmand.

Coração

O castóreo traz uma nota animal e acourada, o sândalo de Mysore uma redondeza cremosa. A floralozone, molécula de síntese de odor aquoso e ozonado, acrescenta-lhe uma frescura inesperada.

Fundo

A baunilha e a fava-tonka, que a casa descreve como tostadas, envolvem a composição, e o couro e o almíscar dão-lhe uma base sensual. É a vertente gourmand do perfume, que as notas de topo e de coração mantêm à distância.

O que fica de fora

Os acordes de verniz de unhas e de petróleo, bem como a floralozone, são citados tal como a casa os designa, sem equivalente entre as matérias-primas aqui registadas.

O que declara o rótulo

A lista de ingredientes conta vinte e nove entradas. Depois do álcool, do perfume e da água, figuram um antioxidante e alergénios regulamentados, entre os quais o linalol, o citronelol, a cumarina, o geraniol, o eugenol e o farnesol.

Menciona também óleos de ylang-ylang, de sândalo e de rosa, bem como um óleo de patchouli, matéria-prima que a casa não cita entre as suas notas.

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