Nirmala
Nirmala: a essência oriental de um grande clássico. Já coroada de sucesso com Habanita, a experiência do trabalho sobre as matérias-primas orientais revelou-se decididamente uma das especialidades da casa Molinard com Nirmala.
- Marca
- Molinard
- Ano de lançamento
- 1955
- Género
- Mulher
- Família olfativa
- Oriental
- Família secundária
- Amadeirada
- Concentração
- Eau de Parfum
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Onde comprar
Grande sucesso da venerável casa em 1955, Nirmala reencontra uma segunda juventude graças à sua nova variante Le Rêve de Nirmala, lançada em 2017.
Entre a Provença e a Índia, Nirmala de Molinard não escolhe: enfeitiça!
A casa Molinard era já conhecida como mestre em perfumes orientais graças ao brilhante e inovador Habanita, nascido em 1921. Forte do seu enorme sucesso na perfumaria, a casa Molinard persiste e reafirma-se ao propor, trinta anos mais tarde, Nirmala e o seu gosto por outras paragens. Nirmala é o perfume que, como a casa tanto aprecia, se entrega à mistura de géneros, conjugando com o maior saber-fazer as mais belas flores de Grasse com ingredientes exóticos ainda muito pouco conhecidos do público de apreciadores de perfume dos anos 50.
Nirmala, que significa em sânscrito «luminoso, brilhante», pretende ser uma «escala romântica» entre os sonhos e os calores do Oriente e as luzes soalheiras da Provença, duas terras muito queridas a Molinard. A publicidade da época anuncia que Nirmala pretende «trazer a frescura requintada das Flores da Provença e o aroma tenaz das essências raras da Índia».
Nirmala é, portanto, fruto da mistura das culturas do Oriente e do Ocidente, construído em torno de essências elegantes e sobretudo profundamente intemporais, que, muito tempo depois, ainda inspiram os maiores perfumistas do século XXI. Assim, sussurra-se que o nariz de Thierry Mugler se teria inspirado neste tão luminoso e inovador Nirmala para a composição oriental gourmand do grande… Angel!
Escala perfumada romântica com Nirmala de Molinard
Nirmala oferece-se como um diamante em bruto à mulher apaixonada pelos aromas longínquos e pelas essências preciosas de Molinard. O vidro lapidado como uma joia de múltiplas facetas realça a fragrância dourada e cintilante do luminoso Nirmala.
Nirmala abre-se aos narizes curiosos num cocktail dinâmico construído em torno de notas aciduladas de mandarina e de toranja, aliadas a um maracujá totalmente inédito em 1955. No coração surge uma mistura inebriante de aromas que faz viajar entre um jasmim de Grasse e uma flor das ilhas deliciosamente opulenta. O sândalo e a fava-tonka, sensuais e ternos, fundem-se numa profundidade amadeirada tónica de cedro-azul. A baunilha exótica pontua esta mistura perfumada Oriente-Ocidente com um toque de carácter gourmand absolutamente divino, que encerra o rasto de Nirmala num impulso açucarado viciante.
Nirmala em 1955, e depois Le rêve de Nirmala em 2017, são os perfumes que provam, se ainda fosse necessário, que a casa Molinard, embora com mais de 150 anos, sabe brilhar com novidades perfumadas de exceção que continuam a surpreender o seu público.
«A escala romântica!
Verdadeira ode ao amor, Nirmala revela à flor da pele uma profusão de imagens perfumadas. Viagem gourmand em torno das flores e frutos exóticos, transporta de imediato para horizontes longínquos.» Molinard sobre Nirmala.
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