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L'Homme Ultime

A fragrância de L’Homme Ultime segundo Yves Saint Laurent. Verdadeira lenda da perfumaria masculina, L’Homme de Yves Saint-Laurent nasceu em 2006. É um perfume sinónimo de força, atração, carisma, audácia e sensualidade.

Os perfumes masculinos Yves Saint-Laurent sempre se distinguiram pela sua elegância chique e distinta e por uma sofisticação floral. L’Homme, nascido em 2006, não escapou a esta regra e, no caminho do sucesso, levou naturalmente sete magníficas variantes no seu rasto. L’Homme Ultime foi assim proposto aos homens em 2016 para celebrar o 10.º aniversário deste Homme amadeirado e chique de Yves Saint-Laurent. Para a ocasião, os seus três talentosos perfumistas vestiram-no de uma notável rosa almiscarada…

L’Homme Ultime, a rosa amadeirada masculina de Yves Saint-Laurent

L’Homme de Yves Saint-Laurent não deixou de dar que falar! A composição fougère aromática amadeirada com acentos de violeta, criada por Anne Flipo, Dominique Ropion, Céline Martin e Pierre Wargnye, já tinha, em 2006, tudo para agradar aos homens elegantes que apreciam o estilo inimitável da casa Yves Saint-Laurent.

Desde o lançamento, L’Homme foi aclamado e rapidamente a casa propôs magníficas variantes deste perfume que, pelos seus contrastes, se presta facilmente a reinterpretações. Frascos estivais, versão intensa em 2013 com L’Homme Intense, versões mais dinâmicas com L’Homme Cologne Gingembre ou ainda L’Homme Libre, sem esquecer, claro, a nova linha mais sensual e noturna de La Nuit de L’Homme: L’Homme de Yves Saint-Laurent conheceu a mudança ao sabor das estações e dos perfumistas.

Para o seu décimo aniversário, dois dos perfumistas originais, Dominique Ropion e Anne Flipo, trabalharam com a jovem e talentosa Juliette Karagueuzoglou para compor um Homme Ultime ainda mais contrastado e surpreendente do que as outras variantes. E o resultado está sem dúvida à altura de L’Homme e do seu favorito La Nuit de L’Homme, já que este Homme Ultime exala uma rosa inédita na perfumaria masculina, que se revela bem mais audaciosa do que os outros acordes compostos até então para L’Homme.

Quando Dominique Ropion, Anne Flipo e Juliette Karagueuzoglou conjugam a rosa no masculino com L’Homme Ultime

Dominique Ropion, perfumista criador, entre outros, de L’Homme Ultime de Yves Saint-Laurent, explica que pede aos investigadores que façam um estudo, o mais preciso possível, da rosa, do jasmim, da tuberosa, etc., que a observem em todos os pormenores e cheirem todas as moléculas, mesmo as mais estranhas; e que depois, se quer fazer um perfume de rosa, parte de uma fórmula desta flor e decide privilegiar o aspeto especiado, frutado, cítrico ou jasminado que ela já contém.

Assim, como Dominique Ropion gosta de contar, a rosa damascena foi trabalhada em L’Homme Ultime de modo que, pela primeira vez num perfume masculino, soube exalar os seus poderes tornando-se viril. Mas a rosa damascena não é a única convidada de honra deste Homme Ultime, que evoca sem dúvida o esplendor e a originalidade dos perfumes Yves Saint-Laurent dos anos 90.

Com efeito, a frescura propulsiona, através das notas cítricas, um sopro de absoluta modernidade, sustentado no coração por uma nota de maçã também inédita num masculino, mas sobretudo enérgica e frutada. O calor das especiarias e das madeiras ambaradas confronta-se assim com a frescura das notas nervosas de gerânio e de vetiver, para melhor se fundir em algumas virilidades selvagens de Cashmeran.

L’Homme Ultime cultiva a beleza dos contrários, oferecendo uma rosa ora fresca, ora sensual, para melhor reter nas suas redes viciantes.