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A la Nuit
Serge Lutens

Composição

A la Nuit

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À la Nuit: uma ode verde e leve de Lutens ao terno e poderoso jasmim. Em 2000, Serge Lutens é sobretudo conhecido pelos seus perfumes orientais e poderosos; chega então o momento de exercer o seu talento na criação de um perfume mais luminoso e floral. Nasce assim À la Nuit.

Lançado em 2000, «A la Nuit» é uma composição fascinante que mergulha nos meandros da noite. Situada no Oriente, a fragrância «A la Nuit» pinta a imagem de uma noite sensual e floral. Se «A la Nuit» é um concentrado de jasmim, não deixa de ser um perfume perturbador de beleza e de verdade. Serge Lutens optou por integrar aqui várias variedades de jasmim (Índia, Egito, Marrocos) para oferecer o melhor desta flor. Envolvente e sensual, a fragrância é assinada por Christopher Sheldrake.

Com o perfume A la Nuit, Christopher Seldrake desvenda o segredo das noites orientais

Nascido na Índia em 1955, Christopher Sheldrake chega a Inglaterra com 7 anos. Depois de iniciar a carreira na empresa Charabot, Christopher Sheldrake entra para a empresa Robertet na Grã-Bretanha. De 1979 a 1982, Christopher Sheldrake colabora com a Chanel, antes de passar 23 anos na sociedade Quest. Só em 2005 Christopher Sheldrake regressa à Chanel. Trabalhará ao lado de Jacques Polge e ocupa aí o cargo de Diretor de Investigação do Desenvolvimento. Foi em 1987 que Christopher Sheldrake conheceu Serge Lutens. Estabelece-se então entre eles uma ligação particular, e é Christopher Sheldrake quem compõe a maioria dos perfumes de Serge Lutens. Devem-se a Christopher Sheldrake magníficas fragrâncias como «Ambre Sultan, Arabie, Féminité du bois» de Serge Lutens.

A la Nuit, a beleza do jasmim por Serge Lutens

Aqui, Serge Lutens associou o jasmim da Índia, do Egito e de Marrocos. A composição levanta voo, com toda a naturalidade, graças ao jasmim, que se afirma aqui com notas verdes. A par da rosa, o jasmim é a flor mais utilizada em perfumaria. O jasmim é uma planta trepadeira de que se distinguem, no mínimo, 200 variedades. Originário do sudoeste da China e do sul dos Himalaias, o jasmim deve o seu nome ao nome próprio árabe «Yasmina». Símbolo da beleza oriental, o jasmim é a flor emblemática da Tunísia. Desde o século XVII, o jasmim é cultivado em Grasse, onde exala nos campos um perfume fascinante. Na linguagem das flores, o jasmim é o símbolo do êxtase. Conta uma lenda que Cleópatra teria ido ao encontro de César num barco carregado de essência de jasmim. Em perfumaria, utiliza-se o jasmim sambac ou o jasmim grandiflorum. Para obter 1 kg de absoluto são necessários 700 kg de flores frescas. O método utilizado é a extração por solventes voláteis. O jasmim exala tonalidades florais, verdes, frutadas e atalcadas. Aqui, o jasmim invade também as notas de coração e associa-se ao cravinho, o que lhe confere mais carácter e personalidade. Por fim, o fundo de «A la Nuit» é de grande sensualidade, evocando ao mesmo tempo a frescura e a beleza das noites do Oriente. O fundo compõe-se de almíscares brancos, benjoim e mel, para um último toque gourmand. Elegante e retangular, o frasco é o da Collection des Parfums de Serge Lutens.

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