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La Bomba
Carolina Herrera

Composição

La Bomba

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La Bomba, Eau de Parfum lançada pela Carolina Herrera em junho de 2025, deve o nome à alcunha que Diana Vreeland dava à criadora. Christophe Raynaud, Quentin Bisch e Louise Turner colocam uma pitaia exótica na abertura, uma peónia-cereja e um frangipani vermelho no centro, sobre uma baunilha solar, num frasco em forma de borboleta.

A casa organiza La Bomba em três tempos: uma pitaia exótica no topo, uma peónia-cereja e um frangipani vermelho no centro da composição, uma baunilha solar no fundo. Classifica o perfume entre os florais frutados ambarados.

Pitaia, peónia e frangipani

A pitaia, fruto-do-dragão, abre com uma frescura tropical e uma doçura cremosa que a casa associa à sua casca ardente. A peónia-cereja desdobra pétalas generosas tingidas de rosa; o frangipani, carregado de sol, lembra o jasmim, com mais citrinos e mais fruto.

A baunilha

A baunilha, obtida por tintura segundo o método tradicional, dá ao fundo uma profundidade especiada e íntima. As bagas cor-de-rosa, o limão, o jasmim, o âmbar e o patchouli, muitas vezes associados a La Bomba, não figuram na descrição da casa; o patchouli aparece, contudo, no rótulo.

O que declara o rótulo

A lista de ingredientes publicada conta trinta e uma entradas. Logo a seguir à água surgem duas moléculas de síntese, o tetrametil acetiloctahidronaftaleno, amadeirado, e o hexametilindanopirano, um almíscar; o rótulo menciona também a bergamota, a laranja amarga, o patchouli, a vanilina e um óleo de folha de caneleira-da-china.

Nela constam um filtro ultravioleta, o butil metoxidibenzoilmetano, dois corantes, um vermelho e um violeta, e alergénios regulamentados, entre os quais linalol, limoneno, cumarina, citral, eugenol e cinamal.