Jour d'Hermès
Jour d’Hèrmès, a quintessência da feminilidade segundo a Hermès. A primeira loja Hermès é aberta por Thierry Hermès em 1837. No início, este fabrica e vende arreios e diversos equipamentos para cavalos.
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Só no início do século XX os descendentes de Thierry Hermès se lançam na marroquinaria. Em 1937, o célebre «carré Hermès» projeta a marca para a ribalta. «Eau d’Hermès» é o primeiro perfume da casa Hermès e surge em 1951. Para «Jour d’Hermès», lançado em 2012, a marca quis uma essência ultrafeminina, marcada pela presença de um poderoso bouquet floral.
A construção de Jour d’Hermès
A história de «Jour d’Hermès» começou três anos antes do seu lançamento. A casa Hermès pretende um perfume feminino que possa alcançar tanto sucesso como o masculino «Terre d’Hermès». Coube a Jean-Claude Ellena, perfumista da marca, a pesada tarefa desta composição. Se todos concordavam que era necessária uma fragrância muito luminosa, o perfumista não sabia que fragrâncias escolher. Sendo as flores a essência da feminilidade, Jean-Claude Ellena teve então a ideia de compor uma fragrância inédita em torno de um bouquet floral muito poderoso. A ervilha-de-cheiro por ser uma flor de exterior, a flor de gardénia por ser uma flor de interior. O paradoxo e a dualidade de «Jour d’Hermès» partiram daí. Mas isso não bastava a este grande perfumista, que desejava reunir muitas flores. Imaginou um bouquet poderoso e irresistível, para a felicidade de cada uma. A este propósito, afirmaria que queria dar a cheirar braçadas de flores, que cada um lá pusesse as flores que quisesse e lá sentisse o que lhe apetecesse sentir...
O bouquet floral de Jour d’Hermès
Embora a Hermès não tenha querido comunicar o pormenor dos ingredientes, sabe-se que a gardénia, nota central, está muito presente em «Jour d’Hermès». Adivinha-se uma abertura de notas verdes e cítricas. Depois, o coração torna-se extremamente floral. O fundo pretende-se mais amadeirado graças ao musgo de carvalho e ligeiramente almiscarado com notas almiscaradas. O frasco é sóbrio. Retangular, apresenta ângulos arredondados. A sua fragrância dourada é realçada por um cabochão branco. A flor de gardénia, muito presente em «Jour d’Hermès», é a quintessência da feminilidade. É ao mesmo tempo solar, perturbadora e complexa. Este bouquet ultrafloral permite a cada um respirar a flor desejada.
Para exaltar a sensualidade feminina, a Hermès escolheu as flores. Um bouquet de flores contrastadas que constitui a força de «Jour d’Hermès». Aqui, cada mulher pode sentir a flor que gosta de respirar e inebriar-se. Com esta composição sublime, a Hermès quis afirmar uma feminilidade extrema, a quintessência da feminilidade.
Pirâmide olfativa
- Notas de topoOs primeiros minutos
- Notas de coraçãoO coração do perfume
- Notas de fundoO que permanece
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