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Eau de Citron Noir
Hermès

Composição

Eau de Citron Noir

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Eau de Citron Noir, a mais recente Cologne da Hermès. A Eau de Cologne foi utilizada durante muitíssimos anos para completar a higiene de homens e mulheres.

As coleções das belas Colognes Hermès começaram com a bela e tão original Eau d’Orange Verte, lançada em 1978, e continuaram sob a égide de Jean-Claude Ellena a partir de 2013 com outros belos frascos que viriam enriquecer estas Colognes diferentes das outras com elementos originais e aromas frescos mas inéditos. Christine Nagel, agora perfumista exclusiva da Hermès, compôs também a sua Cologne, em 2016, com Eau de Rhubarbe Ecarlate. Em 2018, volta a surpreender com Eau de Citron Noir e os seus eflúvios contrários…

Eau de Citron Noir ou as volutas de claro-escuro da Hermès desenhadas por Christine Nagel

A Coleção das Colognes Hermès inscreve-se na tradição da alta perfumaria francesa pela sua homenagem à perfumaria tradicional. Verdadeiro exercício de estilo para um perfumista, a Cologne é um pilar do perfume, a tal ponto que cada perfumista deve ter composto uma à sua imagem (é muito particularmente o caso da saga dos perfumistas Guerlain, por exemplo).

Para a Hermès, a Cologne revela-se numa Eau d’Orange Verte efervescente que tanto se aprecia como uma água fresca como um perfume cítrico-amadeirado ligeiramente gourmand. Jean-Claude Ellena, enquanto perfumista exclusivo da Hermès, fará desta Eau d’Orange Verte a figura de proa da magnífica coleção das Colognes Hermès, onde as águas se tornarão mais coloridas e originais do que nunca.

Ao suceder a Jean-Claude Ellena, Christine Nagel retomou também a coleção das Colognes Hermès, propondo em 2016 a contrastada e afirmada Eau de Rhubarbe Ecarlate e agora Eau de Citron Noir. Eau de Citron Noir, tal como o primeiro frasco da perfumista, surpreende sem rodeios entre os seus aromas luminosos, frescos e acidulados e os seus acordes balsâmicos e fumados, profundos e misteriosos.

Quando o limão se torna fumado, o perfume Eau de Citron Noir faz de convidado noturno

Christine Nagel, tal como Jean-Claude Ellena, a quem sucede, gosta de compor perfumes em que escolhe os ingredientes, cria os briefs e exerce livremente o seu talento, sem entraves de marketing ou de testes comerciais. A Hermès deu-lhe os meios para exprimir toda a sua criatividade e, com as suas duas primeiras Colognes, Eau de Rhubarbe Ecarlate e Eau de Citron Noir, destaca-se pelos seus contrastes flamejantes.

Com efeito, Eau de Citron Noir apresenta-se à primeira abordagem como um belo cítrico que abre com notas de limões diversos e variados, compondo um voo festivo e doce para esta bela Eau. Contudo, no coração surge um limão negro cristalizado que ora se mostra doce e leve, ora se torna metálico e fumado, para melhor se casar com a nota de cumarina potente e animal. Este coração, oscilando entre a luz e o fumo noturno, encontra nas profundezas do musgo de carvalho um conforto amadeirado forte e sensual.

Catherine Nagel afirma, a propósito de Eau de Citron Noir, que esta oferece uma marca singular e paradoxal, uma frescura surpreendentemente persistente que é um desafio de duração, e que se trata da Cologne do meio-dia à meia-noite.