
A Dolce & Gabbana leva The One pour homme à concentração Parfum, com a assinatura de Jean-Christophe Hérault. A casa só atribui quatro matérias-primas a níveis: pimenta preta e laranja tarocco na abertura, ládano no corpo, tabaco no fundo. A classificação da casa é ambarada especiada, para aquilo que apresenta como uma releitura mais sombria da sua Eau de Parfum.
Até à data, apenas uma crítica assinada avalia o perfume. Varanis Ridari ouve nele um tabaco espesso, acourado e ambarado, que considera uma composição autónoma e não uma Eau de Parfum reforçada.
O que diz a crítica
Varanis Ridari, The Scented Devil, 18 de setembro de 2026
Recusa ver nele a versão reforçada da Eau de Parfum da gama e fala de uma composição sem relação direta com ela. Descreve um tabaco denso, carregado de facetas acouradas e ambaradas, que aproxima do Red Tobacco da Mancera.
A abertura parece-lhe pesada, entre acorde de tabaco, laranja açucarada e ládano quase licoroso. Coloca a fava-tonka em primeiro plano e adverte que o perfume desagradará a quem a tolera mal.
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