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Diorissimo
Christian Dior

Composição

Diorissimo

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Diorissimo é o lírio-do-vale de Christian Dior, composto por Edmond Roudnitska em 1956. A flor não se destila: Roudnitska reconstrói-a com o lilás, o jasmim, o lírio e o ylang-ylang, sobre um fundo de sândalo e civeta. Francis Kurkdjian restabelece-lhe o acorde original a 1 de outubro de 2026, com os outros doze Dioriginals.

Doze matérias-primas sustentam a Eau de Toilette, em torno de um acorde de lírio-do-vale inteiramente reconstruído.

A abertura verde

A nota verde e a bergamota abrem. A casa destaca a essência de ylang-ylang das Comores, obtida por destilação a vapor das flores frescas, à qual atribui elegância, volume e originalidade.

O lírio-do-vale reconstruído

O lírio-do-vale ocupa o centro, rodeado pelo lilás, pelo jasmim, pelo lírio, pelo ylang-ylang, pela amarílis, pelo alecrim e pela borónia. A casa descreve um acorde de facetas verdes, florais, de jasmim e de ylang, suave e fugaz.

Estas flores não decoram o lírio-do-vale, fabricam-no. Cada uma traz uma faceta que a flor possui sem nunca a entregar ao destilador.

O fundo

O sândalo e a civeta fecham a pirâmide. A madeira traz a suavidade, a civeta uma animalidade que mantém o ramo à distância da pura candura primaveril.

O que declara o rótulo

A lista que a casa publica para a versão Dioriginals conta trinta e sete entradas. O hydroxycitronellal, molécula com odor a lírio-do-vale, surge em quarto lugar, logo a seguir ao álcool, à água e ao perfume, à frente do citronellol.

Nomeia também essências e extratos: ylang-ylang, bergamota, rosa, jasmim e gerânio. Um filtro anti-UV, o butyl methoxydibenzoylmethane, protege a fragrância, que três corantes tingem: amarelo, vermelho e violeta.

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