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Black Opium Glowing

A Eau de Toilette Glowing Black Opium YSL Opium saiu em 1977 e depressa deu que falar. O seu lançamento nos Estados Unidos fez surgir duas correntes opostas: uns disputavam este perfume, e outros, defensores da ordem moral, clamavam escândalo.

Opium foi certamente um dos perfumes mais controversos da casa Yves Saint-Laurent. No entanto, lançada em 1977, a essência oriental incendiou as mulheres do mundo inteiro para nunca mais as deixar. Tornado culto, Opium foi o frasco-mãe de outras belas variantes, entre elas a sua filha perfumada, Black Opium, com os seus acordes rock e impactantes de café gourmand. Depois de bonitas variações sobre o mesmo tema, Black Opium Glowing faz de Black Opium um perfume fresco e inesperado que nada perde dos seus encantos sombrios.

Black Opium Glowing ou a exploração da frescura negra por Yves Saint-Laurent

O final dos anos 70 marca o início de uma nova era na perfumaria, a dos perfumes opulentos que se sobreporiam às fragrâncias frescas e florais que até então tinham dominado as décadas anteriores. Foi Opium que lançou muito certamente uma das primeiras investidas desta moda que se rende aos acordes orientais e inebriantes. Sobredosado em madeiras exóticas e matérias-primas animais, Opium contorna as regras do género e abala os clássicos, conquistando os corações. Desde o início, Opium incendeia o pescoço das senhoras para nunca mais o deixar.

Muitas décadas mais tarde, Opium receberá uma variante, Belle d’Opium, mas sobretudo a sua filha perfumada, Black Opium. Black Opium não jogará com os mesmos acordes orientais inebriantes, é certo, mas não será menos potente e viciante e, sobretudo, apresentará uma modernidade absoluta que, tal como o primeiro frasco nos anos 70, vai revolver o coração das jovens rock n’roll.

Com os seus acordes contrastados e inspiradores, Black Opium dará origem a muitos outros frascos, entre os quais o bonito Black Opium Glowing Eau de Toilette, lançado em fevereiro de 2018. Black Opium Glowing vai, pela primeira vez, viajar pelas notas frescas e frutadas de Black Opium, propondo um acorde de café que brinca com o claro-escuro para se tornar luz acidulada e gourmand.

Um quarteto fiel para um perfume Black Opium Glowing fresco mas sempre envolvente

Para compor este Black Opium Eau de toilette Glowing, o talentoso quarteto de perfumistas de Black Opium volta a reunir-se. Assim, Olivier Cresp, Nathalie Lorson, Marie Salamagne e Honorine Blanc vão compor com Black Opium uma nova fragrância que destacará os acordes frescos e frutados do frasco original.
«O brilho dinamizante de uma pera acidulada por notas cítricas ilumina a nova Eau de Toilette BLACK OPIUM. Uma criação em claro-escuro, imaginada como um feixe de luz que atravessa a noite.» Yves Saint Laurent para Black Opium Eau de Toilette Glowing.

Tal como os seus antecessores, Black Opium Glowing conservará as notas de topo aciduladas, construídas com notas de pera, limão e bergamota. Contudo, aquilo a que Yves Saint-Laurent chama «o acorde cítrico» é largamente amplificado para oferecer uma brisa de frescura logo na abertura deste Black Opium Glowing. Aliás, esta abertura fulgurante ecoará na nota de laranja amarga do coração, grande novidade deste opus. Ainda assim, as flores solares e exóticas não são esquecidas, e o jasmim e a flor de laranjeira voltam a surgir neste frasco. Por fim, o famoso «acorde de café preto» reaparece nas profundezas para envolver uma vez mais no rasto deste fresco e luminoso Black Opium Glowing.

«Uma sensação galvanizante, uma vibração que invade: o novo perfume de assinatura de uma mulher em busca do inesperado.» Yves Saint-Laurent para Black Opium Eau de Toilette Glowing.