
Herba Fresca é um perfume unissexo da coleção Aqua Allegoria da Guerlain. Cativa pela frescura, sem deixar de ser, ainda assim, banhado de sol.
Extremamente vivo e particularmente fresco, «Aqua Allegoria Herba Fresca» faz parte da coleção privada Aqua Allegoria da casa Guerlain, que homenageia a natureza. Lançado em 1999, «Aqua Allegoria Herba Fresca» foi criado por Jean-Paul Guerlain. Sobre esta fragrância, o perfumista afirma que Herba Fresca é um perfume que o faz pensar no seu jardim, que esse jardim aromático é o refúgio de todas as plantas perfumadas de que gosta e que lá vai todos os dias e lá se sente bem…
Jean-Paul Guerlain, no coração dos perfumes Aqua Allegoria
A coleção Aqua Allegoria tem como vocação primeira homenagear a natureza e as magníficas matérias-primas que ela oferece. Entre o perfume e a Eau de Cologne, mas sem se assemelharem a nenhum deles, as fragrâncias da coleção Aqua Allegoria são inéditas. Contam a história de viagens olfativas pelo mundo e trouxeram consigo ingredientes da China, da Índia, de Madagáscar, de Itália, da Venezuela e de muitas outras paragens longínquas. Todas as fragrâncias criadas por Jean-Paul Guerlain são luminosas e vibrantes. Neto do perfumista Jacques Guerlain, que lhe ensinou tudo, Jean-Paul Guerlain é o 3.º perfumista da marca desde 1959. Recebeu uma verdadeira homenagem em 2016, quando uma rosa foi batizada «Jean-Paul Guerlain»… Além das coleções Aqua Allegoria, praticamente todas criadas por Jean-Paul Guerlain, devem-se-lhe também «Habit Rouge, Jardins de Bagatelle» ou ainda «Samsara». Atualmente, é Thierry Wasser quem está à frente das criações olfativas da casa Guerlain.
A Guerlain e o toque ultraverde de Aqua Allegoria Herba Fresca
Jean-Paul Guerlain quis que a sua nova essência Aqua Allagoria fosse o reflexo do jardim de Mesnuls, jardim da propriedade da família Guerlain. Fonte de inspiração infinita para Jean-Paul Guerlain, o jardim de Menuls é aromático e muito florido. É por isso que «Aqua Allegoria Herba Fresca» se define como uma essência simultaneamente natural e espontânea.
Evoca o cheiro da erva ao nascer do dia, logo depois do orvalho da manhã. A composição abre imediatamente com um conjunto de notas muito verdes e cítricas, compostas por trevo de quatro folhas, símbolo de felicidade, e limão de Itália. O coração transborda de verdura, pois conjuga o chá verde e a menta crespa. Por fim, o fundo é mais delicado, trazendo tonalidades mais femininas e mais florais graças à presença do lírio-do-vale, outro símbolo de boa sorte, do ciclame e da flor de pereira. O lírio-do-vale, também chamado «Lys des Vallées», é uma planta herbácea vivaz. O lírio-do-vale é atualmente o emblema do 1.º de maio. Esta tradição remonta ao Renascimento: em 1561, Carlos IX decidiu oferecer um raminho de lírio-do-vale a todos os que lhe eram próximos, como amuleto de boa sorte.
A partir do século XX, o lírio-do-vale ficou definitivamente associado ao Dia do Trabalhador, e as suas campânulas são célebres no mundo inteiro… Em perfumaria, a nota de lírio-do-vale é muito apreciada. Por ser uma flor «muda», é reproduzido em laboratório com moléculas de síntese. O lírio-do-vale exala tonalidades simultaneamente frescas, verdes, florais e delicadas. Naturalmente, os Aqua Allegoria não seriam nada sem o magnífico e mítico frasco das abelhas de 1853…
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