
Allure Homme Edition Blanche, uma singularidade assinada pela Chanel. Os perfumes Chanel são feitos de audácia e de talento. Se Gabrielle Chanel soube trazer um sopro de novidade, a marca atual soube continuar na mesma linha.
«Allure Homme Edition Blanche» é lançado em 2008 e sucede ao grande êxito de «Allure Homme», de 1999. À semelhança da elegância feminina, a elegância masculina é uma atitude particular entre elegância e singularidade. Quanto ao branco (da Édition Blanche), é a cor emblemática da casa Chanel. Além disso, o branco simboliza a pureza, o amor e o infinito… Não é o branco a cor por excelência do vestido de noiva? Aqui, Jacques Polge leva mais longe os limites do nosso imaginário. Com efeito, «Allure Homme Edition Blanche» reflete uma alquimia quente-fria inédita.
Jacques Polge reinterpreta o sucesso do perfume Allure Homme
Em 1978, Jacques Polge entra na grande casa Chanel, sucedendo assim a Henri Robert. Logo à chegada, Jacques Polge cria «Coco», uma verdadeira homenagem a Gabrielle Chanel, a quem assim chamavam… O sucesso foi imediato e Jacques Polge conta 26 criações na casa Chanel. Jacques Polge trouxe um sopro de modernidade aos perfumes Chanel, ao elaborar composições audaciosas, nomeadamente a de «Allure Homme Edition Blanche». Jacques Polge correu também riscos ao reinterpretar composições míticas como «N°19 Poudré» ou «N°5 Eau Première». Depois do sucesso de «Allure Femme» em 1999, Jacques Polge imaginou o seu alter ego, «Allure Homme», e depois a sua variante «Allure Homme Edition Blanche». Jacques Polge é também autor de «Diva», de Emmanuel Ungaro, e de «Chance», da Chanel.
A alquimia quente-fria de Allure Homme Édition Blanche CHANEL
Aqui, Jacques Polge propôs uma composição fora do comum, o perfume do equilíbrio entre elegância formal e singularidade afirmada. «Allure Homme Édition Blanche» eleva-se sobre as frescuras cítricas e revigorantes do limão da Sicília e da bergamota da Calábria. O coração é mais especiado, contrastando assim com as notas de topo. Com efeito, o coração é composto por notas de pimenta-rosa, pimenta branca e gengibre, que lhe conferem um carácter ultramasculino. Por fim, o fundo é ao mesmo tempo quente e sensual e conjuga o sândalo, a fava-tonka, o vetiver do Haiti, os almíscares brancos e a baunilha de Madagáscar. A pimenta-rosa, também chamada «falsa pimenteira», cresce essencialmente na América do Sul. A destilação das bagas cor-de-rosa permite obter um óleo essencial. A pimenta-rosa exala tonalidades apimentadas com toques de anis e de fruta. Quanto ao vetiver do Haiti, é um ingrediente masculino por excelência. O Haiti é o primeiro produtor de vetiver. Este oferece tonalidades amadeiradas e vibrantes. Ao mesmo tempo terrosas e vegetais, as tonalidades do vetiver do Haiti são muito apreciadas pelos perfumistas.
Depois do sucesso de «Allure Homme», a Chanel apresenta «Allure Homme Edition Blanche». Mais sedutor do que o seu antecessor, «Allure Homme Edition Blanche» assenta numa alquimia quente-fria realmente particular. O conjunto é, naturalmente, obra do muito talentoso Jacques Polge.
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